Ele se sentia sem cores.
Sem jeito.
Já não sabia se amava alguém ou se estava esperando alguém pra amar.
E no momento, esse sentimento de 'vazio', não lhe incomodava.
Ele tinha aprendido a se sentar sozinho outra vez.
Como na adolescencia.
Escutar boa musica e apenas sentir a vida passando, escorrendo pelo rosto dele.
Com gosto de brigadeiro e nozes.
Ele já podia deixar ela ir.
Podia não atender mais o telefone aos domingos.
Não havia curiosidade em saber quem é.
Tudo que ele precisavaestava ali.
Dedicar-se ao trabalho seria uma coisa interessante no momento.
E ele estava mesmo disposto a se dedicar.
Ele amava varias pessoas, que o amavam também.
Sentimentos perfeitos, por pessoas que foram se aperfeiçoandoaos olhos dele.
Apesar de não haver muito romantismo, era certa uma siceridade e perfeição em cada amor desses.
Era a impressão quase certa, de que seria pra sempre assim.
E ele se sentia feliz.
Crys de Almeida
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